Garantir a eficiência de uma estrutura do tamanho do Ecad requer um forte controle e gestão dos recursos e dos processos de suas atividades.
 
Aliados à qualificação das equipes, fatores como a melhoria contínua dos processos, o controle dos padrões operacionais, a constante política de redução de despesas, o aumento da qualidade e eficiência do trabalho e a automação de várias atividades vêm proporcionando ao Ecad alcançar, ao longo dos anos, resultados financeiros positivos que se traduzem numa maior distribuição de direitos autorais aos titulares de música. Sem uma estrutura moderna e uma equipe eficiente, as atividades de arrecadação e distribuição não alcançariam as metas fixadas pelas associações integrantes, gestoras do Ecad e representantes de milhares de titulares a elas filiados.
 
O Ecad é auditado anualmente por empresas independentes de renome no mercado, e por órgãos públicos como Receita Federal e INSS, sendo seu desempenho aprovado ano após ano. Mesmo não sendo obrigado por lei a publicar seus balanços patrimoniais e sociais (incluindo o seu relatório de sustentabilidade), nos últimos anos, o Ecad vem veiculando, em jornal de grande circulação e em seu website, os seus números contábeis e sociais, a fim de ratificar a transparência de sua atuação. No Balanço Patrimonial, por exemplo, estão demonstrados o seu patrimônio, os investimentos realizados, as receitas e despesas, entre outras informações.
 
A elaboração do balanço social do Ecad reflete a tendência de empresas socialmente responsáveis com os seus funcionários e com a comunidade ao seu redor.
 
“A criação do Ecad foi um desejo da classe artística e um avanço na administração dos direitos autorais de execução pública musical no Brasil, através da gestão coletiva das associações de música que administram a instituição, um exemplo de democracia e respeito aos diversos interesses envolvidos”, ressalta Gloria Braga, superintendente executiva do Ecad.
 
 
Resultados do Ecad em 2015: bravo!
 
Apesar de todas as dificuldades de 2015, quando o Brasil vivenciou a pior crise econômica dos últimos anos, o setor de direitos autorais de execução pública de música superou os obstáculos e agora comemora seus resultados. O Ecad distribuiu, em 2015, R$ 771,7 milhões a 155.399 titulares de música (compositores, intérpretes, músicos, editores e produtores fonográficos) e associações. Um valor quase 10% acima da meta estipulada pela instituição para o ano. Do total distribuído, 68% foram repassados para o repertório nacional.
Os segmentos que mais cresceram em valores distribuídos em relação a 2014 foram os de Sonorização Ambiental (84,67%), Festa Junina (45,94%) e Cinema (27,30%).
 
Os shows que aconteceram no país em 2015 também tiveram destaque neste resultado. Grandes espetáculos nacionais e internacionais animaram o público e realizaram o pagamento dos direitos autorais como os festivais de música Rock in Rio, Lollapalooza e Tomorrowland, além de shows como Monsters Tour, EDC – Electric Daisy Carnival 2015, David Guetta, Foo Fighters, Kesha, Smashing Pumpkins, Kiss, System of a Down, Slipknot e Mastodon, Pearl Jam, Katy Perry, entre muitos outros. Somente pela execução pública de músicas no Rock in Rio, o maior festival de música e entretenimento do país, foram distribuídos cerca de R$ 6,7 milhões para 1.396 titulares e associações.
 

​​​Clique aqui e saiba mais!​

Veja também o infográfico produzido com as principais informações. Clique na imagem abaixo e veja a imagem na íntegra.

infográfico - resultados 2015.png